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Road Trip pelo Brasil: diário de bordo (parte 1)! De Brasília a Inhotim!

E aos 45′ do segundo tempo, resolvemos curtir as férias dirigindo por aí para conhecer um pouco mais do nosso Brasil! Estou pra lá de ansiosa pois é nossa primeira Road Trip! Dessa vez, nada de avião e espera de bagagem. A estrada será nosso guia e, espero, que com muitas surpresas boas no caminho!

O objetivo é sair de Brasília cortando Goiás até Ouro Preto. A partir daí, pegaremos nosso Passaporte Estrada Real (veja aqui como conseguir o seu!) para desbravar algumas cidades históricas de Minas Gerais. E, se o cansaço não bater, estenderemos até o litoral do Espírito Santo. Voltando pra casa, subiremos até Domingos Martins para curtir um pouco da região da Pedra Azul.

Esse diário será atualizado em tempo real, à medida do possível e do sinal de internet! Espero que você curta acompanhar cada capítulo de nosso dia, por aqui e pelo instagram @viajantecomum.

1º TRECHO: BRASÍLIA – OURO PRETO

Edit: Nesse primeiro trecho, saímos de Brasília, passando por Cristalina, Paracatu, Três Marias, Sete Lagoas e Brumadinho (Inhotim), para depois seguir para Ouro Preto.

road trip pelo brasil

Edit: Percurso parcialmente cumprido. Depois de Sete Lagoas seguimos para Brumadinho onde fica o Instituto Inhotim. Deixamos para passar em Belo Horizonte no retorno.

DIA 1 – Brasília (DF). Cristalina (GO). Paracatu (MG).

E começou! Saímos de Brasília 8h da manhã pela BR 040, e já teve diversão! Olha quem a gente encontrou no caminho pra Cristalina! Tirei um cochilo e acordei de cara com a poderosa! Pense no susto! Rs… 

road trip

Em algum lugar do Goiás…

Maaas, o primeiro perrengue já deu o ar da graça! Pouco mais de uma hora de estrada, acendeu a luz da água do radiador que tinha sido completado antes de sairmos! Acredita nisso?! Tivemos que esperar esfriar por alguns minutos para poder completar. Agora teremos que ficar alerta. Geral dada e simbora!

Depois do primeiro pedágio, desviamos para a BR 050 e fomos tomar café da manhã em Cristalina, na casa dos blogueiros do Viagem sem Frescura. Anfitriões de primeira! O plano era ficar umas duas horas mas o papo tava tão bom que decidimos passear um pouco na cidade e ir numa loja de cristais, claro!

Cristalina é uma gracinha e já estamos doidinhos para voltar!

Igrejinha de Cristalina

Igrejinha de São Sebastião em Cristalina

Almoçamos juntos e por volta das 14h voltamos para a BR-040, conduzindo mais 100 km até Paracatu, Minas GeraisA nossa intenção era dar uma volta no Centro Histórico e voltar para a estrada mas fomos surpreendidos por um Festival Cultural!

O Largo do Rosário estava todo lindo com palco e barraquinhas de comida e arte local. E, pra completar, já estava começando uma roda de samba, ou seja, buscamos um hotel na proximidade e ficamos para curtir a festa! Usando da liberdade que viajar de carro proporciona!

DIA 2 – Paracatu. 3 Marias. 7 Lagoas (MG)

Acordando em Paracatu com um dia lindo! Agora vamos turistar para conhecer a história e as belezas da cidade! Só então, seguiremos viagem.

Amanhecer em Paracatu, Minas Gerais

Chegando ao Largo do Rosário, no centro da cidade, fomos surpreendidos com mais um evento chamado Café da Manhã da Fidalga! “Ahhh, gente! Podem parar! A gente precisa ir embora! Rs…” Apresentação de teatro, música ao vivo e café da manhã cheio de delícias, só pra aumentar a nossa dor em ter que ir embora.

road trip pelo brasil

Depois desse (segundo) café da manhã,  fomos conhecer os principais pontos da cidade! Casa de Cultura (na foto), Igreja do Rosário, Museu, Matriz, Câmara Municipal, Capelinha e Chafariz (ambos réplicas de 2000).

Casa de Cultura, Paracatu

Começamos o passeio pelo Beco do Candinho onde tivemos a imensa alegria de conhecer uma Paracatuense que mora em SP e, com muito amor, resolveu restaurar a casa que passou a infância! Gente, Ficou uma casa de boneca! Ela falou que vai abrir para visitação. Fica a dica!

Devidamente apresentados a Paracatu, é hora de pegar a estrada! Vamos ver qual será a próxima parada e, claro, aproveitar o caminho!

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Road Trip Viajante Comum

Mais um pedágio. Paradinha estratégica na sequência para comer uma pamonha na Pamonharia Delícia e por as redes sociais em dia! 😂  Essa pamonharia foi indicação do amigo Luciano do Blog Viagem sem Frescura. Fica a uns 70km de Paracatuwifi ótimo, banheiros super limpos (no retorno passamos lá outra vez e não estava tão bom assim… mas o wi fi continuava top…rs…), além de pamonha, canjica (curau) e lanches.

Pamonharia Delícia, Minas Gerais

Tudo devidamente organizado, agora era hora de seguir para Três Marias conhecer a represa e pernoitar. Chegamos por lá no final da tarde e já avistamos o pôr do sol no Velho Chico! Hora de curtir o visual da prainha!

Pôr do sol às margens do Rio São Francisco em Três Marias, Minas Gerais

Mudança de planos. Como havíamos ficado um dia a mais em Paracatu, decidimos seguir viagem até Sete Lagoas e dormir por lá ao invés de ficar em Três Marias.  

Ficamos hospedados no Atlas Hotel (veja aqui nosso review) de frente a Lagoa Paulino. Largamos a bagagem e partimos para curtir a night da cidade! Hora de relaxar! Entramos no primeiro barzinho e já demos de cara com uma cantora super animada que deu uma meia dúzia de bis e ainda cantou na nossa mesa! Felizes!!🍹🍷

DIA 3 – Sete Lagoas. Brumadinho (MG).

Passamos uma noite excelente na caminha fofinha do Atlas Hotel. E, às oito horas da manhã, já estávamos tomando nosso delicioso breakfast com vista para a Lagoa Paulino. Prontos para dar uma volta na cidade, subir a Serra Santa Helena, ir até a famosa Gruta Rei do Mato e seguir viagem.

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Café da manhã no Atlas Hotel em Sete Lagoas, MG

Conhecemos os principais pontos turísticos da cidade e a fofura da capelinha Santa Helena, no alto da serra com uma vista de 360 graus da cidade. 

Snapseed

Capelinha de Santa Helena em Sete Lagoas

Fazendo fotos lá do alto, avistamos uma fumaça. Mal sabíamos que se tratava de um incêndio na Gruta Rei do Mato.

Vista da cidade de Sete Lagoas (e do incêndio na Gruta Rei do Mato) a partir da Serra Santa Helena

Ficamos bem tristes de não conseguir fazer a visita! Então, rumo a Brumadinho achando que essa seria a única chatice do dia.

Os funcionários do parque trabalhando para conter o incêndio

Tudo tranquilo na estrada até pegarmos um trânsito gigante em Belo Horizonte. Mas se fosse só isso estaria tudo bem. Teve mais. Eu fiquei distraída no celular e esqueci de acompanhar o gps e erramos o caminho. O Waze nos enfiou numa área super estranha e nem percebemos. Nos demos conta no susto e, no desespero, conseguimos encontrar a rodovia novamente. Foi rápido mas tenso.

Aí, pra piorar, o Waze mais uma vez enfia a gente num caminho super engarrafado e muito mais distante do que seguir pela BR 381. Fizemos o retorno num trânsito danado e voltamos pra BR por nossa conta. Ganhamos aí mais de uma hora.

Realmente não dá pra confiar cegamente nesses aplicativos. Embora ele esteja sendo essencial ficou a lição de analisarmos sempre a rota traçada.

A tensão foi tanta que depois fiquei na dúvida se havia marcado Brumadinho no destino e paramos num posto para conferir. Felizmente estava tudo certo. Entramos em Brumadinho já durante a noite. Muita, muita, muita curva. Sem iluminação e acostamento zero.

Um dia tenso mas deu tudo certo no final. Conseguimos uma suíte num hostel bem central. Ufa! Hora de sair para uns bons drinks! Até amanhã.

DIA 4 – Brumadinho (MG).

Acordamos, tomamos café da manhã no Hostel, fomos deixar nossa bagagem em um outro hotel e partimos para conhecer o Instituto Inhotim (veja aqui as 10 obras mais legais). Ficamos lá de 10h até 16h30 e conseguimos fazer 2 das 3 trilhas que há no parque. É tanta coisa legal pra ver, tocar, fotografar… que a gente até esqueceu do cansaço.

Luiz Zerbini, Sem Título (Bangu), 2013

Deixamos a terceira trilha para o dia seguinte. Fizemos tudo a pé. Não alugamos o carrinho (se você tiver apenas um dia por lá, vale a pena alugar o carrinho pra otimizar o passeio). 

Desvio para o Vermelho: Impregnação, Entorno, Desvio, 1967-1984

De lá, seguindo a dica de uma moradora, fomo ver o pôr do sol na Pedra do Morcego (não sabemos se esse é o nome oficial mas a moradora nos ensinou o caminho direitinho e deu certo!) para encerrar o dia com aquela chave de ouro que a gente merece! Além de nós, só havia duas moças da região. 

Voltamos pro hotel pra dar aquele cochilo antes de sair mas capotamos. Todo mundo morto de cansado. Sem saidinha hoje.

DIA 5  – Brumadinho. Ouro Preto (MG)

Acordando e pá! Sem água no chuveiro! Sem estresse, fomos tomar café da manhã porque a fome estava maior que a vontade de ficar limpinho! Rs… Eu só pensava no pão de queijo. Fato.

Devidamente alimentados e antes das 9 da manhã, conseguimos tomar nosso banho quente e fomos para o parque de Inhotim (Sim, parque! Inhotim não é uma cidade como muitos pensam… é um parque dentro da cidade de Brumadinho… 🙂) concluir o circuito! Como era quarta-feira, não pagamos entrada. É o dia gratuito da semana! Nos disseram que nesse dia fica muito cheio, sobretudo porque muitas escolas levam seus alunos mas, para nós, estava tudo tranquilo. Pesquisamos as obras mais concorridas ((veja aqui nosso top 10), sobretudo as galerias, e fizemos tudo no dia anterior. 

Ficamos por lá até umas 15h. Não deu pra ficar mais porque eu tive a inteligente ideia de por uma bota. Super confortável mas uma bota. Fiquei com o pé esfolado e desisti. Nem pra andar descalça tava dando. Deu pra concluir a rota mas daria pra fazer outras fotos legais naqueles cantinhos mais escondidos. Procurar as letrinhas pra montar meu nome… (não me perdoei…) Enfim, tinha surpresa pela frente. Vai ver que foi por isso que o pé doeu! 😉

Olha a situação!!

Almoçamo no self service do parque e de lá seguimos direto para Ouro Preto. Seguimos na direção de Casa Branca pegando na sequência a Estrada Nossa Senhora da Conceição.

Pista boa mas estreita, cheia de curvas, sem acostamento e praticamente sem sinalização para chegar a BR- 040. Pra completar, pegamos uma subida sinistra! Paramos um pouco e a gasolina começou a sair do tanque loucamente. Sim. O tanque estava fechado. Não. Não sabemos explicar. 

De Brumadinho a Ouro Preto

Estávamos totalmente sem noção de que estávamos indo para o Topo do Mundo que fica em Piedade do Paraopeba. Quando vimos, estávamos no acesso para a base de voo livre. Eu não queria subir pois, para mim, depois desse momento fantasmagórico, o carro não estava legal e eu não queria viajar durante a noite outra vez. Chegar a Brumadinho na noite anterior já tinha sido um estresse naquele breu. Eugênio insistiu muito pra gente ir. Então, subi a contragosto mas tive que dar o braço a torcer! Se Valeu? Olha aí!!

Pôr do sol no Topo do Mundo, daqueles momentos que fazem a vida valer a pena.

Acompanhamos um pouco dos voos! Cara, é muito lindo! 

Voos no Topo do Mundo, em Piedade do Paraopeba, Minas Gerais

Depois, pra fechar com o dia louco, inesperado e lindo, decidimos tomar um café no Restaurante Topo do Mundo. Comemos um cheesecake maravilhoso e curtimos a vista um pouco mais. Não deixem de provar esse bolo. É dos deusessssss!

Cheesecake do Restaurante Topo do Mundo! Diviiiino!

Escureceu. Seguimos para Ouro Preto na condição que eu não queria mas o coração estava tranquilo. Já era noite. Muitas curvas, mas com sinalização muito boa. Graças!! É chegada a hora de descansar e começar a percorrer a Estrada Real (estamos pensando em Ouro Preto, Mariana, Lavras Novas, Itatiaia, Ouro Branco, Congonhas, Tiradentes, Prados e São João del Rei… vamos ver se dá! ) no segundo trecho da nossa road trip (veja aqui como foi)!

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